Tubarão Predadores

Fundado em 2006 na cidade de Tubarão, Santa Catarina, o Tubarão Predadores nunca conseguiu se firmar no cenário catarinense, intercalando anos de atividade e inatividade. 

A estreia do time em torneios aconteceu em 2008, quando disputou a terceira edição do Campeonato Catarinense, que ainda era No Pad. Com pouca experiência, o Predadores não teve chances e perdeu para Brusque Admirals (2x), Istepôs (2x), Garuva Hurricanes, Blumenau Riesen (2x) e Jaraguá Breakers, terminando a competição na última colocação. 

Na temporada de 2009, o Catarinense seria full pad e o Tubarão não participou do campeonato. O Predadores retornou em 2010 e sua participação não foi diferente da última. O Tubarão foi uma presa fácil para seus adversários, perdendo todas as partidas para Istepôs (2x), Brusque Admirals (2X), Blumenau Riesen (2x), Joinville Gladiators e Corupá Buffalos. O time marcou apenas oito pontos, seis contra o Corupá e um safety contra o Blumenau, e a defesa sofreu 330 pontos, média de 41,25 pontos por partida, a quarta pior da era full pad do Catarinense. 

A temporada de 2011 do Catarinense não foi muito diferente, o Tubarões perdeu todas as partidas que jogou e venceu o Brusque Admirals por W.O. A defesa do Tubarões, mais uma vez, foi uma das piores da história do Catarinense, sofreu 376 pontos e média de 47 pontos sofridos por partida, a terceira pior. O ataque melhorou, marcou 65 pontos. 

Na temporada seguinte, não participou do Catarinense e entrou em um longo hiato, voltado a ativa em 2015. Na temporada de 2016, alguns jogadores do Tubarão foram convidados para se juntar ao Criciúma Miners na disputa da Copa Sul, que foi vice-campeão da competição. 

Outro ano se iniciou e o Predadores continuou a rotina de treinos, mas ainda sem disputar jogos, amistosos ou oficiais. Em 2018, voltou para o Catarinense e foi a presa favorita de todos os adversários. A única pontuação, um safety, da temporada aconteceu na primeira rodada contra o Istepôs. A defesa quebrou mais um recorde, levou 261 pontos e terminou com uma média de 62,25 pontos sofridos, a pior marca da história do Catarinense em sua era full pad. 

Até aqui, o grande legado do Tubarão Predadores é ter revelado em 2006 o running back Clair José, bicampeão brasileiro e tetracampeão catarinense pelo T-Rex, sempre como destaque.